Talvez ainda seja pequena...
mais uma vez, fugindo ao post do Rio...
Acabei de comentar em um blog de um amigo meu, meio sumido, do blog e de mim, por assim dizer. Fico pensando no que o deixa tão ocupado para não reservar um tempo pra mim. Brincadeira. Se ele sumiu, eu também sumi dele! Ambos, ao que parece, deixamos "as histórias paralelas tomando cada segundo do tempo de escritor mirim que temos!". Depois que comecei a escrever o comentário percebi que não somos mirins. Amadores, projetos de escritores, mas não mirins. Afinal, "mirim é coisa de criança, e embora ainda não tenhamos deixado de sê-lo a muito tempo, já não o somos...". E isso me lembrou de uma conversa... Outro amigo mencionou uma nostalgia e pelo modo que falava parecia fazer tanto tempo da época em que víamos pokemon e brincávamos de policia e ladrão na escola... O que não é verdade. Sim, eu não sou criança. Mas não sou adulta ainda. Na verdade eu gosto de caracterizar o adolescente como sendo "adulto e criança simultaneamente, e ao mesmo tempo, nenhum dos dois.". Filosofei numa aula de FHC... Mas essa aula fica pra outra hora.
Voltando ao assunto, acho que não podemos mais ser considerados lobinhos, mas não entramos em certos filmes. Não podemos brincar em certos brinquedos num parque de diversão, como um carrocel, mas também não dirigimos, ou bebemos. Estamos em uma fase de transição, de confusão. Não só disso, como de amizades pro resto da vida, de surpresas, emoções, aventuras e descobertas. Mas embora não sejamos mais crianças, não faz tanto tempo que deixamos de ser. Sinto como se ontem mesmo eu fosse pequena, mas amanhã terei crescido demais. Ano que vem estarei na nona série. E em pouco tempo sairei da escola. Sinto-me despreparada, tão frágil. Não me parece agradável sair de um mundo de doces e bonecas para entrar de cabeça em um de contas e trabalho. Será que viverei para o trabalho? E o tempo para mim mesma? Nem sei com o que quero mexer...
Mas o ponto principal do post é sobre essa coisa de nostalgia. Não podemos ser tão nostálgicos, não temos tanto tempo de vida para nos referirmos a coisas que aconteceram há poucos anos atrás. Se eu quiser falar sobre ma madeiras e fraldas, tudo bem, mas me referir aos meus dez anos é exagero. Só tem quatro anos desde aquela época.
Vou voltar agora ao meu filme. Um que vejo repetidas vezes desde pequena e que não me canso. Talvez ainda seja pequena.
Acabei de comentar em um blog de um amigo meu, meio sumido, do blog e de mim, por assim dizer. Fico pensando no que o deixa tão ocupado para não reservar um tempo pra mim. Brincadeira. Se ele sumiu, eu também sumi dele! Ambos, ao que parece, deixamos "as histórias paralelas tomando cada segundo do tempo de escritor mirim que temos!". Depois que comecei a escrever o comentário percebi que não somos mirins. Amadores, projetos de escritores, mas não mirins. Afinal, "mirim é coisa de criança, e embora ainda não tenhamos deixado de sê-lo a muito tempo, já não o somos...". E isso me lembrou de uma conversa... Outro amigo mencionou uma nostalgia e pelo modo que falava parecia fazer tanto tempo da época em que víamos pokemon e brincávamos de policia e ladrão na escola... O que não é verdade. Sim, eu não sou criança. Mas não sou adulta ainda. Na verdade eu gosto de caracterizar o adolescente como sendo "adulto e criança simultaneamente, e ao mesmo tempo, nenhum dos dois.". Filosofei numa aula de FHC... Mas essa aula fica pra outra hora.
Voltando ao assunto, acho que não podemos mais ser considerados lobinhos, mas não entramos em certos filmes. Não podemos brincar em certos brinquedos num parque de diversão, como um carrocel, mas também não dirigimos, ou bebemos. Estamos em uma fase de transição, de confusão. Não só disso, como de amizades pro resto da vida, de surpresas, emoções, aventuras e descobertas. Mas embora não sejamos mais crianças, não faz tanto tempo que deixamos de ser. Sinto como se ontem mesmo eu fosse pequena, mas amanhã terei crescido demais. Ano que vem estarei na nona série. E em pouco tempo sairei da escola. Sinto-me despreparada, tão frágil. Não me parece agradável sair de um mundo de doces e bonecas para entrar de cabeça em um de contas e trabalho. Será que viverei para o trabalho? E o tempo para mim mesma? Nem sei com o que quero mexer...
Mas o ponto principal do post é sobre essa coisa de nostalgia. Não podemos ser tão nostálgicos, não temos tanto tempo de vida para nos referirmos a coisas que aconteceram há poucos anos atrás. Se eu quiser falar sobre ma madeiras e fraldas, tudo bem, mas me referir aos meus dez anos é exagero. Só tem quatro anos desde aquela época.
Vou voltar agora ao meu filme. Um que vejo repetidas vezes desde pequena e que não me canso. Talvez ainda seja pequena.
Comentários
e foi vc quem me abandonou primeiro!
=D
uahuahauhauah
amei essse post
serio mesmo
gostei ainda mais pois vc falou de mim!
hahahahahahahahaha